Casais que usam preservativos fazem mais sexo, revela estudo

Cusiosamente/DP

camisinhas

Casais de países de baixa e média renda que usam contraceptivos têm relações sexuais mais frequentes do que aqueles que não o fazem. Esta é uma das conclusões de estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade John Hopkings, nos Estados Unidos. A pesquisa sugere ainda que as mulheres comprometidas que não dispensam os preservativos seriam três vezes mais propensas a fazer sexo do que as que rejeitam os métodos preventivos.

A verificação teve início em 2005 e foi realizada a partir de questionário feito a 210 mil mulheres, em idade reprodutiva, de 47 países diferentes – todas casadas ou em relacionamentos estáveis. As participantes foram questionadas a respeito da atividade sexual nas quatro semanas anteriores e se haviam feito uso de preservativos. Das mulheres que afirmaram não abrir mão das camisinhas, 90% relataram ter feito sexo no período. Entre as que deixaram de utilizar o método, a porcentagem foi de 72%. Entre os países avaliados, o Benin, no oeste Africano, foi o que teve a menor proporção (61%), seguido por Lesoto, no sul do mesmo continente (68%).

Com o objetivo de estimular a prevenção feminina, a pesquisa foi apresentada no dia 27 de janeiro de 2016, na Conferência Internacional de Planejamento Familiar. “Nós queremos que as mulheres tenham vidas sexuais melhores, mais saudáveis e seguras, separando o sexo da gravidez e da fertilidade. A contracepção faz isso”, afirma a a líder do grupo de pesquisadores, Suzanne Bell.

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